Desenvolvo alguns projetos na internet e isso de escrever em blogs já me é um tanto familiar, mas confesso que o primeiro post de qualquer blog é sempre algo que nos faz pensar um pouco mais. Chega a dar frio na barriga. Ele é o pontapé inicial de um trabalho que não sabemos aonde irá chegar, que proporções irá tomar. Penso que uma situação como esta requer algo mais profundo e não apenas um post técnico ou uma dica sobre o assunto que trataremos no blog. É momento de nascimento, é momento de boas vindas, de se dizer a que veio.
Idealizando o futuro do blog
É momento de sintetizar para os leitores todo o resto, todo o futuro, tudo o que pensamos em lhes dizer daqui pra frente. De uma maneira macro, sem detalhismos, este post deve idealizar e filosofar, levantar pensamentos e combatê-los e, assim, inflamar toda discussão futura. O primeiro post é pura filosofia! E nunca achei tão pertinente nem me senti tão confortável em escrever um primeiro post como o de agora. Estando a ecrever para um blog sobre Network Marketing, filosofar não é tarefa das mais difíceis.
A filosofia do MMN
A começar por falar como o marketing multi nível se revela uma verdadeira filosofia de vida para muitas pessoas e como a maior história da humanidade, a história de Cristo, se deu pelo poder da duplicação, não me faltaria assunto para filosofar sobre MMN por várias páginas. E com certeza teria que mencionar a frase de um filósofo que, creio, nunca pensou em construir uma organização através da qual conseguisse uma boa renda residual, mas com certeza o faria se vivesse em nossos dias. Ele mesmo, Aristóteles, o “downline de Sócrates”, que com sua sabedoria proferiu: “É ótimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro.” Com certeza algum dos gurus do atual MLM é a reencarnação desse cara.
MMN e filosofia não são para todo mundo
E para finalizar a analogia, gostaria de dizer que o que mais assemelha o MMN à filosofia é a condição que se impõe ao verdadeiro profissional de Network Marketing de assumir constantemente: “o que sei é que nada sei”. Pois, este é um negócio onde não se obtém êxito sozinho. Tem de haver um ideal conjunto. É necessário que um grupo decida sair da zona de conforto, e para mover esse grupo é preciso convencê-lo. Mas não dá para fazer isso no braço. Não que a coisa seja puramente teórica, pelo contrário, é uma questão de arregaçar as mangas, mas de forma inteligente. Se você não buscar um constante desenvolvimento pessoal, se não tentar evoluir profissionalmente a todo instante a fim de, pelo exemplo, incutir nas pessoas este desejo de dar um passo a frente, mas, pelo contrário, tentar as convencer pelo cansaço, pela reptição, quem vai cansar é você.
E você, já filosofou sobre MMN?










Um comentário
O sucesso em MMN só é alcançado qundo a rede entende que é um trabalho coletivo, e não individual como muitos lideres pregam.
[Responda este comentário]